quinta-feira, 21 de maio de 2009

My mind is muddy but my heart is heavy...



Quando aquela avalanche parece estar diminuindo eu já penso em pular de alegria.
Mas não o faço. Eu sei que isso não passa de uma falsa esperança. A esperança de que tudo "volte ao normal" e eu esqueça do sentimento que ainda existe.

E eu fico me alertando mentalmente: "Não cai nessa!"
Não passa de uma hora pra outra. A avalanche só vai ficar adormecida por tempo (in)determinado. Não custa nada alimentar o pensamento de que estou sendo enganada por meu consciente (aquele que pensa que acabou e tá tudo bem).

Ou eu entrego os pontos e sacudo a bandeira branca ou brigo com meus sentimentos insistindo em permanecer de pé. Deixar a falsa esperança tomar conta de mim ou continuar com o que resta da minha sanidade?

Prefiro preservar minha sanidade. Porque dessa vez, o tempo é determinado... Algo me diz que a avalanche vai me sufocar em breve. E eu preciso armazenar forças para que não seja como da última vez.


"...cause I'll just make the same mistake again..."


quinta-feira, 14 de maio de 2009

. when you're too in love to let it go...



        Quando os sentimentos se transformam numa avalanche e tu não sabe se corre ou espera; quando não consegue diferenciar o amor do ódio porque a linha que divide os dois é muito pequena; quando ambos se misturam a saudade... Que sentimento se forma? Que sentimento permanece? E qual vai embora?
        E isso fica girando e girando e tu não sabe quando vai parar. Achava que já tava acabado, mas volta com mais força do que da última vez. E se tu pudesse gritar para que fosse tudo embora?
        Ainda assim, existe o medo de esquecer pra sempre, de perder lembranças, enterrar momentos...

A saudade e as perguntas sem respostas. Foi o que tu deixou...